Aline Barros é processada por cantora lésbica

Aline Barros foi processada por backing vocal de sua banda, que alega ter sido demitida por ser lésbica. Ela pede 1 milhão de reais por indenização trabalhista

A cantora gospel, Aline Barros, tornou-se noticias nos mais diversos sites de notícias, que informam que ela foi processada por uma outra cantora que prestava serviço como backing vocal de seus trabalhos.

Rejane Silva de Magalhães, trabalhava como backing vocal na banda da cantora Aline Barros desde o ano de 2005 quando foi contratada pela ‘Aline Barros Produções Artísticas’, no entanto ela foi demitida no ano de 2015. Rejane alega que o que motivou a sua demissão foi a sua condição de homossexual e que ela foi desligada da banda sem uma comunicação prévia de sua dispensa.

A backing vocal, solicitou na justiça receber todos os seus direitos trabalhistas, já que não possuía carteira assinada, recolhimentos de INSS e Fundo de Garantia, horas extras, horas trabalhadas em feriados, adicional noturno, décimo terceiro salário, férias, além de reivindicar uma redução salarial que ela alega ter tido

O valor da ação é de R$ 1 milhão de reais. O processo pode ser acompanhado no site do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com o número 0100956-67.2017.5.01.0004.

Em contrapartida, a cantora Aline Barros, está nos Estados Unidos até o dia 3 de setembro, onde estará participando da Expo Seattle. E até o fechamento desta matéria ela não se pronunciou sobre as acusações.

Aline Barros e a homossexualidade

Considerada como uma das cantoras gospel mais famosa do Brasil, Aline Barros se posicionou sobre a homossexualidade em entrevista em março deste ano.

“Meu posicionamento sempre vai ser aquilo que a palavra de Deus me orienta. Ele criou o homem e a mulher e, em sua plenitude, pensou na estrutura de família para que o homem pudesse se unir a mulher, os dois fossem uma só carne e pudessem se multiplicar e encher a terra”, disse à época.

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