O Deputado Federal e Pastor Marco Feliciano, apareceu em um vídeo publicado recentemente no Youtube, em um vídeo em que ele ministra em uma igreja evangélica, onde conta um testemunho e sobre a importância de fazer um ‘sacrifício’ pela vida de  seus filhos.

Pai de três filhas, Feliciano conta que a mais velha delas, Karen, quando tinha 8 anos de idade em uma conversa com ele conta que não gostava muito de ir na igreja, “papai se eu pudesse ficava em casa“, teria dito ela.

Feliciano, conta que ao ouvir isso dela lhe deu um desespero, “... a noite fui orar e disse ‘Jesus, eu ganho o filho dos outros pra ti e estou perdendo a minha filha.”, então o pastor disse que foi direcionado por Deus a ler a passagem bíblica de Lucas 2, “e o Senhor me mostrou que eu tinha feito só pela metade. Eu apresentei ela a Deus mais não tinha colocado um sacrifício no altar, pela minha filha”.

Feliciano, conta que após isso chamou o seu pastor e pediu para ele apresentar suas filhas para Deus, “... eu tenho que apresentar minhas filhas a Deus e colocar no altar uma oferta por elas“, teria dito Feliciano ao pastor.

Sem especificar o valor que ofertou, ele disse que fez mais o que podia na época, sendo um “sacrifício”, “você não faz o sacrifício porque quer, mais você faz porque precisa fazer”, explica Marco Feliciano. “… o sacrifício abre a porta do milagre, mas ninguém faz porque quer mais faz porque precisa”.

Como resultado do sacrifício que ele fez, segundo Feliciano Deus mudou a vida delas, “hoje minhas filhas servem a Deus na pureza da Tua santidade. São meninas bonitas, quem acompanha pelo Facebook sabe como elas são. Elas são tementes”.

+Pr. Marco Feliciano – Síndrome de Lúcifer – Gideões 2014

Marco Feliciano continua dizendo, “A minha filha mais velha, já foi convidada para fazer programa de televisão,… recebeu um convite pra trabalhar na ‘Malhação’, pra dar entrevista em revistas, eu disse ‘filha quer aproveitar’, e ela disse ‘papai eu sou modelo de Jesus, não sou modelo pro mundo'”.

“Imagine uma menina bonita, tendo a oportunidade da vida e não querer…”, conta Feliciano.

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