Polícia Federal prende traficantes brasileiros com ligações com grupo radicais do Oriente Médio

Notícias gospel – Uma investigação da Polícia Federal revelou algo preocupante para o Brasil diante do cenário mundial, segundo investigações deflagradas pela PF, foram encontrados indícios de ligações entre traficantes de drogas no Brasil e o grupo fundamentalista Hezbollah.

De acordo com a PF, o grupo com base em Rio Claro estado de São Paulo, usou o lucro de vendas de drogas foi usado para financiar atividades do grupo no exterior. A informação foi confirmada em nota pelo delegado Florisvaldo Emílio das Neves, da PF em Piracicaba.
g hDe acordo com reportagem do UOL, a responsável pelo julgamento do caso, a juíza da 1ª Vara da Justiça Federal em Piracicaba, Daniela Paulovich, afirma que o processo não investiga a ligação dos traficantes com o Hezbollah. “Estamos analisando apenas a questão do tráfico internacional de drogas. Existe uma investigação relacionada ao terrorismo, mas não está nesse processo”, informou.

A ligação entre o grupo e o Hezbollah foi detectada pelo DEA, o departamento antidrogas norte-americano, e repassada à PF no primeiro semestre de 2014. Por meio da Operação Beirute, a PF realizou escutas nos telefones dos traficantes e comprovou que a droga era comprada na Bolívia e entrava no Brasil pela fronteira com o Paraguai. De lá, era remetida para Rio Claro, onde era escondida em carregamentos de pisos cerâmicos exportados, em contêineres, para países africanos, europeus e do Oriente Médio. A droga saía do Brasil por meio dos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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De acordo com a PF, a quadrilha era chefiada por um libanês e atuava no Brasil havia pelo menos dez anos, sendo que os três principais líderes do grupo eram libaneses. Os brasileiros entravam na operacionalização do esquema. Após a investigação, 11 pessoas foram presas e mais de 15 toneladas de cocaína foi apreendida.

Todos os presos acusados estão sendo julgados na 1ª Vara Federal de Piracicaba. Eles respondem pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, com penas que variam de 8 a 30 anos de reclusão. Há ainda uma investigação em curso na PF sobre a relação dos traficantes com o terrorismo, fato que também é investigado pelo DEA.

 

André Santos

Portal Padom

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