O ator Paulo Cintura, 67 anos, que ficou conhecido nos anos 90 pelo bordão “Saúde é que interessa e o resto não tem pressa”, através de seu personagem na “Escolinha do Professor Raimundo” na Rede Globo, criticou veementemente a Ideologia de Gênero e seus apoiadores.

Em uma entrevista exclusiva ao site NaTelinha, entre os diversos assuntos, Paulo Cintura mostrou o que pensa sobre a novela “Força de Querer”, de Gloria Perez, nomeando-a como a “Escolinha do Crime”, por fazer claramente apologia ao crime na tv brasileira.

– “Não deveria ter isso de jeito nenhum. Na época do Roberto Marinho e do Boni, eu duvido que isso passaria“, disse o ator.

Ao comentar sobre política, Paulo se mostra como um defensor da candidatura de Jair Bolsonaro à presidência do país em 2018 e diz ser apoiador de uma intervenção militar no Brasil.

Indo na contramão dos demais artistas da televisão que apoiam abertamente a ideologia de gênero e a homossexualidade, Paulo Cintura diz que repudia a Ideologia de Gênero e sua discussão na televisão.

“Eu acho que isso não poderia ter colocado num canal aberto, criança vê, ela é sugestionada e fica em dúvida: ‘o que é que eu sou? Sou menino ou menina?’“, opina sobre a trama da transexualidade de Ivana/Ivan (Carol Duarte) em “A Força do Querer”.

Ao comentar sobre a personagem de Juliana Paes, que interpreta a esposa de um traficante na novela, o que para muitos “dá glamour” à vida do crime, Paulo diz: “Nunca vi isso de elogiar bandido, uma mulher que é criminosa” disse ele falando da personagem baseada na história de Fabina Escobar.

Paulo, também não poupou críticas a Glória Perez dizendo que o desejo dela é de “destruir as família”. – “A outra eu coloquei como mente amargurada e quer destruir a família de todo mundo. Não entendo a cabeça dela. Pra mim essa pessoa tem que ter uma cabeça doente. A turma diz: “Ela é uma grande autora”, isso pra mim não é nada“.

“Na minha opinião, uma pessoa que vai à TV e fomenta isso de uma forma que fosse a mais normal do mundo, não é boa da cabeça. Sou da antiga, não adianta.”, diz o ator.

Paulo Cintura diz ainda: “Eu acho que isso (transexualidade de Ivan/Ivana) não poderia ter colocado num canal aberto, criança vê, ela é sugestionada e fica em dúvida:”o que é que eu sou? Sou menino ou menina?”. Quem deve mandar na criança é o pai e a mãe“.

Para Paulo, a Rede Globo tem sido a escola de bandidos devido ao conteúdo de sua novela:- “Quer falar do tráfico de drogas? Acho ótimo. Mas precisa ensinar direitinho? Não precisa. Essa novela virou a “escolinha do crime”, ensinando o cara a ser bandido.”

“Glorifica, glamouriza a bandidagem e deprecia as mulheres. Não deveria ter isso de jeito nenhum. Na época do Roberto Marinho e do Boni, eu duvido que isso passaria. Mas as pessoas acham que isso é uma modernidade, eu não acho. As pessoas acham que é uma evolução. Isso pra mim é uma involução. Esse negócio de “A Força do Querer”, quando saiu essa bobagem da Juliana falando que a mulher é raçuda, eu fiz um apanhado de coisas e mandei para a polícia e juízes. Eu me coloquei frente e perguntei para os caras: “vocês não vão fazer nada?”.

– “A mulher quer virar homem e o homem quer virar mulher, isso é problema de cada um. O que eu não admito e nem o Bolsonaro é a ideologia de gênero.”, disse.

“O cara querer colocar isso goela abaixo das pessoas eu não acho certo. Acho que a ideologia de gênero é a coisa mais absurda do mundo.”, continuou o ator. Eu chamo os caras de excrementos, de lixos, essa é a minha opinião. Pode ser quem for: político, empresário, artista, ator de novela… “Qualquer um que defenda a ideologia de gênero para mim é excremento e lixo”.

Paulo acredita, que os que estão sendo discriminado nos dias de hoje não são os homossexuais, mas os heterossexuais, por isso ele postou em sua página no Facebook os dizeres “diga não à heterofobia”.

“Eu não tenho coisa nenhuma contra a viadagem ou sapatão. Eu tenho amigos que são assim e eu me dou muito bem. Eu só não quero ver numa escola um babaca nu e a criancinha do lado tocando nele, isso sou contra.”

Portal Padom

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