Noticias Gospel – Mais de 100 muçulmanos radicais atacaram a aldeia de Attagara, distrito de Gwoza, estado de Borno, uma comunidade predominantemente cristã, matando homens, mulheres e crianças, segundo informou o ministério Voz dos Mártires.

O ataque ocorreu no domingo, 24, enquanto era realizado o culto de adoração na igreja. Abriram fogo contra moradores que estavam no templo, e com facões começaram a matar, muitos cristãos foram decapitados e suas mulheres estupradas. Há registro de varias mulheres que foram sequestradas e obrigadas a ‘casar-se’ com guerrilheiros do Boko Haram. Há registro de que várias crianças foram assassinadas e decapitadas durante o ataque.

O morador Sawaltha Wandala, de 55 anos, chegava ao culto quando viu um menino de seis anos sendo massacrado por um militante, finalmente o pequeno menino foi jogado em uma vala. O velho chegou e viu que a criança estava viva e a tomou em seus braços e correu para o hospital em busca de ajuda.

No entanto antes de chegar ao hospital ele foi preso por cinco militantes, que lhe tirou a criança de seus braços e cortaram a cabeça do pequeno indefeso diante de seus olhos. Então Wandala foi agredido com paus e foi golpeado com uma pedra em sua cabeça. Ele desmaiou, pensando que estava ele estava morto, foi deixado pelos muçulmanos.

Cenas semelhantes se repetiram em quase todas as aldeias do distrito de Gwoza. Muitos cristãos fugiram para a fronteira vizinha da república de Camarões. Um deles foi John Yakubu, que justamente com sua família tentou encontrar um refugio. Dias depois voltou para aldeia de Attagara para tentar recuperar alguns de seus animais.

Ao chegar a sua casa, para recolher os seus poucos pertences, incluindo a sua Bíblia. Foi surpreendido por alguns muçulmanos radicais do Boko Haram, que lhe deram uma escolha: “Você tem que se converter ao Islã, caso contrario terá uma morte dolorosa”.

John recusou a oferta. Então eles amaram as suas mãos e os seus pés em um arvore e o torturaram. Eles fizeram cortes profundos em suas mãos e zombaram de sua fé. “Você pode se tornar um muçulmano agora“, diziam, e ele então respondeu: “Podem matar o meu corpo, mas não podem matar a minha alma”.

Depois de ser massacrado, John sangrou muito até perder a consciência. Os terroristas o abandonaram pensando que ele estava morto. Mas graças a Deus, depois de três dias foi resgatado e levado para um hospital, onde permaneceu em estado de coma.

Um colaborador da Missão a Voz dos Mártires, conheceu John no hospital. Perguntou-lhe o que ele sente em relação aos seus agressores. A resposta de John foi surpreendente: “Eu perdoei os muçulmanos. Eles não sabem o que estão fazendo”.

Portal Padom

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